Eita Fato publica textos de divulgação sobre descobertas científicas verificáveis. Esta página explica, sem rodeios, como esse conteúdo é produzido: o que é automatizado, qual é o papel da inteligência artificial e quem assina os textos. A transparência faz parte do método, não é um acréscimo.
1. Ancorado a uma fonte verificável
Não inventamos descobertas nem publicamos boatos. Cada texto parte de uma descoberta científica real e permanece ancorado a uma fonte primária verificável, identificada por seu DOI (Digital Object Identifier). Esse DOI é resolvido automaticamente em bases de dados acadêmicas públicas —o Crossref e, como reforço, o OpenAlex— para confirmar que o estudo existe e para recuperar seu título real, a revista, a data de publicação e o resumo (abstract). O DOI da fonte é citado de forma visível em cada texto, para que qualquer leitor possa ir ao estudo original.
2. Conteúdo gerado e adaptado com auxílio de IA, com revisão editorial antes de publicar
O texto de cada matéria é gerado e adaptado para cada mercado (os Estados Unidos em inglês, a América Hispânica em espanhol e o Brasil em português) com auxílio de inteligência artificial. Não é tradução literal: o tom e o contexto cultural de cada público são ajustados.
Antes da publicação, cada texto passa por uma revisão editorial automática. Um verificador independente decompõe o texto em afirmações e confronta cada uma com o resumo e os metadados da fonte citada. O que não tem respaldo na fonte é rejeitado e corrigido ou descartado: a verificação é feita contra o estudo, não contra o texto. O objetivo é que nenhuma afirmação seja publicada sem sustentação na fonte.
3. Nossos autores são pessoas editoriais declaradas
Os textos são assinados por Avery Chen (Estados Unidos), Jimena Torres (América Hispânica) e Rafael Nogueira (Brasil). Queremos ser explícitos: são pessoas editoriais declaradas, não indivíduos reais com carreira jornalística. Representam a linha editorial de cada mercado. Suas biografias declaram abertamente que o conteúdo é produzido com auxílio de IA, e seus avatares são ilustrações, não fotografias de pessoas reais.
4. Não inventamos credenciais
Não atribuímos aos nossos autores títulos acadêmicos, prêmios ou trajetórias que não existem. A autoridade de um texto não repousa numa credencial inventada, e sim na fonte citada: o estudo revisado por pares, com seu DOI, está a um clique de distância em cada publicação. Preferimos essa forma de confiança —verificável— à aparência de uma assinatura com currículo.
Esta política é um documento vivo. Se você encontrar um erro em um texto ou em uma fonte, escreva para nós pela página de Contato.